Check-in autônomo para hospedagem
O hóspede reserva, recebe um link no WhatsApp, abre o portão pelo celular e entra no quarto com uma senha. Você não precisa estar lá — nem às duas da manhã, nem no feriado.
Boa noite
Marina
Quarto 03
Funciona na porta mesmo sem internet
O problema
Hóspede que chega às duas da manhã. Ônibus atrasado. Voo que pousou tarde. Alguém tem que descer, achar a chave, abrir o portão — ou o hóspede fica na rua com a mala esperando alguém atender o telefone.
Um plantão noturno é um salário inteiro para atender, na média, uma chegada por noite — e mesmo assim ninguém garante que a pessoa esteja acordada na hora certa.
Cópia perdida é fechadura trocada. Chave que não voltou no check-out é um risco que ninguém consegue medir — e que só aparece quando já é tarde.
Fechadura conectada é ótima — até o Wi-Fi cair. Aí o hóspede está do lado de fora, e o aplicativo não abre nada. É o pior momento possível para descobrir isso.
Como funciona
Num painel simples, no celular ou no computador. O sistema gera na hora as credenciais daquele hóspede — o acesso ao portão e a senha do quarto — já amarradas ao período exato da estadia.
Um clique e a mensagem sai do número que a pousada já usa, com o texto pronto. O hóspede abre o link e vê a tela dele: o botão do portão, a senha do quarto e o horário da estadia. Nada para instalar.
Toca no botão, o portão abre e fecha sozinho. Digita a senha na porta do quarto. O acesso vale só no período da reserva e morre no check-out — sem você fazer nada.
O que mais importa
Se a internet cair, a sua pousada não para.
Essa foi a primeira decisão do projeto, antes de qualquer outra. Um hóspede parado no portão à uma da manhã porque o Wi-Fi caiu não é um problema técnico — é a pior lembrança que ele vai levar da sua pousada. Então o sistema foi construído para continuar funcionando exatamente no momento em que tudo o mais falha.
A senha do quarto funciona com a internet fora do ar. O hóspede digita e entra, como se nada tivesse acontecido.
Teclado e TAG continuam instalados e funcionando. E a tela do hóspede avisa na hora qual usar — ela não deixa ninguém tentando à toa.
As credenciais nascem quando você confirma a reserva — horas ou dias antes. Quando o hóspede encosta no portão, não há nada acontecendo naquele instante que possa dar errado.
Testamos isso do jeito mais direto que existe: desligamos o roteador e fomos até a porta. Ela abriu.
O que está incluído
Da instalação do equipamento ao painel que você usa todo dia. A gente cuida da parte técnica; você cuida da pousada.
Controlador instalado na central do portão, alimentado pelo nobreak dela. O hóspede toca uma vez; o portão abre e fecha sozinho. Todo acionamento fica registrado — quem, quando e por qual caminho.
Cada hóspede recebe uma senha própria, válida só no período dele. Sem chave, sem cópia, sem troca de segredo entre hóspedes. E validada offline pela porta.
Link de acesso, lembrete de check-in e aviso de check-out — preparados pelo sistema e disparados com um clique pelo número que a pousada já usa. Sem custo de API e sem cadastro em plataforma.
No seu domínio, com o seu nome. Reservas, mapa dos quartos, histórico de quem entrou e quando, nível de pilha das fechaduras e alertas do que precisa de atenção antes de virar problema.
O painel do operador — reservas, mapa dos quartos e o histórico de quem entrou.
Além do acesso
O controlador que abre o seu portão é da mesma família dos que ligam iluminação, irrigação e som. Já que a equipe está lá passando cabo, automatizar o resto sai por uma fração do que custaria depois — e tudo responde do mesmo lugar.
Jardim, corredor, fachada e balizadores acendendo no fim da tarde e apagando de madrugada, sozinhos. Ninguém esquece a luz acesa a noite inteira, e ninguém chega num caminho escuro.
Rega no horário certo, quando não há hóspede circulando e a água não evapora no sol. Programada uma vez, roda todo dia.
Música na área comum ligando e desligando junto com o horário de funcionamento — inclusive o silêncio depois das dez, que evita a reclamação do vizinho.
Não só o portão da garagem. Portão de pedestre, cancela de estacionamento e portaria de condomínio entram no mesmo painel.
Aquecedor de piscina, bomba de recalque, sauna. Ligar só quando faz sentido é o que separa a conta de luz razoável da assustadora.
As automações rodam sozinhas — por relógio, por pôr do sol, ou disparadas por alguma coisa acontecendo, como o portão abrindo à noite acender o caminho até o quarto.
Faz diferença fazer junto. Quando a equipe já está no local passando cabo para o portão, incluir a iluminação do jardim custa uma fração do que custaria como obra separada depois. Vale conversar sobre tudo de uma vez, mesmo que a instalação seja em etapas.
Ideal para
Qualquer lugar em que alguém entra sozinho — e onde ter uma pessoa esperando por isso custa caro demais.
De 3 a 30 quartos. O caso clássico: chegada fora de hora, portão na frente e uma pessoa que teria que ficar acordada.
Unidades espalhadas, às vezes longe uma da outra. Cada porta com a própria senha, sem ninguém percorrendo o terreno com molho de chaves.
Airbnb, Booking, aluguel direto. O hóspede recebe o acesso pelo WhatsApp e entra sozinho — mesmo se você estiver a 300 km dali.
Portaria que não é 24h, ou prédio sem portaria nenhuma. O acesso acompanha a reserva e expira sozinho no check-out.
Portão no fim da estrada, sem vizinho por perto. O visitante abre do carro, sem descer nem esperar alguém aparecer.
Onde a recepção fecha à noite e o plantão custa mais do que rende. A madrugada passa a se resolver sozinha.
Se você tem mais de uma propriedade, o ganho é maior ainda: todas aparecem no mesmo lugar, e você deixa de precisar estar em dois lugares ao mesmo tempo.
Perguntas que sempre aparecem
A senha do quarto continua funcionando: ela é validada pela própria fechadura, por algoritmo, sem consultar nada. O portão pelo celular depende de conexão — e é por isso que o teclado e a TAG continuam instalados e funcionando. A tela do hóspede avisa que o controlador está sem conexão e orienta o que fazer, em vez de simplesmente não responder.
A senha do quarto pode ser anotada — a tela pede isso logo que ele abre o link, enquanto ainda tem sinal. Para o portão, ficam o teclado e a TAG. E você sempre pode abrir pelo painel, de onde estiver.
Não, e não recomendamos. O caminho normal é começar por um quarto, rodar por algumas semanas com hóspede de verdade, e só então expandir. Foi assim que fizemos na primeira instalação — e foi assim que descobrimos coisas que nenhum catálogo conta.
Pode acontecer, e o sistema é feito contando com isso. O link vale só na janela da reserva e você revoga com um clique — o anterior morre no mesmo instante. O endereço também sai da barra do navegador no primeiro acesso, então não vaza por print de tela nem por histórico.
Tudo fica registrado: portão e fechadura, com o meio usado — aplicativo, senha, cartão, digital — o hóspede correspondente e o resultado, inclusive as tentativas negadas e o motivo. É o tipo de coisa que só importa uma vez, e nessa vez importa muito.
O seu. O hóspede acessa em um endereço da sua pousada, com o seu nome — ele não vê a Selfin em lugar nenhum. Se você não tiver domínio, a gente resolve isso junto.
Depende de quantos quartos, de quantas fechaduras entram e do que já existe instalado no portão. A conversa começa por uma visita ou por fotos do que você tem hoje — sem isso, qualquer número seria chute.
Em cinco minutos de conversa dá para saber se faz sentido para a sua pousada — e a gente diz com franqueza quando não faz.